sexta-feira, 15 de maio de 2009

Imperialismo Moderno

O Imperialismo Moderno, é um fenomeno que se da através dos meios de produção, entretanto, das relações entre proletariados e a neo-burguesia (Donos dos meios de Produção), sempre revestida do Poder instituído entre as partes, entretanto, de uma das partes, da qual necessariamente a outra concorre em total detrimento. O Poder é objeto de discussão de longa data, e agora não poderia ser diferente, considerando as formas de opressão que se revelam por meio do Poder impresso nas relações hierarquizadas e sistêmicas, da qual a grande maioria faz parte, senão a maioria. Ora, a opressão nessa relação pode ocorrer das seguintes maneiras: Opressão Declarada, as regras são claras e objetivas, impostas, sobrepostas e sobretudo, condicionantes, na qual não resta dúvida ou descrença. Opressão Abstrata, esta não se revela, não, está mascarada nas entre-linhas, no plano de fundo social, mas, com efeito surte e há eficácia às vias. O medo que descende da Opressão Discursiva é o instrumento da opressão abstrata, todavia, faz com que o conflito seja evitado, pois há uma relação de dependência enorme que o sistema exerce sobre o trabalhador, forçando-o sempre a imparcialidade e concessão. Isso nos revela um conflito de classes, existente, mas em tempo de paz. O medo é apenas um instrumento dentre outros de mesma ordem. Podemos analogar da seguinte forma, imaginemos um jogo de futebol, as regras são claras e criadas para garantir o mínimo de igualdade, no caso promover uma maior competitividade. Se em um jogo de futebol tradicional, ao invés de 2 times com número iguais de jogadores, um dos times entrasse com um número inferior a metade do outro, certamente o outro time teria não só todas as vantagens, como certamente seria dado como vencedor antes mesmo que as equipes entrassem em campo, do ponto de vista de um confronto. Da mesma forma acontece no Neo-imperialismo, nessa nova forma de atuação, não há uma relação minimamente justa, a equidade é parcial, subjetiva e valorativa, sobretudo abstrata, a Discursividade se revela e o Direito atende exclusivamente a classe dominante e opressora. Cria-se uma sensação de equidade com um sistema jurídico índice, que indica e acentua ainda mais a diferença entre classes, mascarada na Égide do "Bom censo" e "Bem Comum". O conflito entre classes é constante, e nos dias de hoje se dá praticamente em todas as relações sociais.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Realidade!

A Democrácia e sua demonstração fática, não condiz com o acordo estabelecido entre as partes, representantes e representados, mas, como profeticamente Marx previa e afirmava, há um conflito constante entre classes, e o nosso não é diferente e se revela na forma como o poder se manifesta e o pouco caso expresso pelos nossos representantes a cerca do tempo.
Práticas tidas como lícitas como o escândalo das passagens aéreas que norteia o nosso parlamento (Senado e Congresso), nos causa espanto e muitas vezes náuseas. Veja, a imoralidade instalada aflora com força, sobretudo subjugadas, como se o Estado ostentasse obrigatoriamente essa prática viciosa angariada pelos representantes do povo em sessões de plenário.
Nem o Poder Judiciario escapa, há um conflito entre princípios doutrinários Vs partidários, percebam que não se trata de um fato isolado, não, apenas se apresentou nesse momento, no qual a parcialidade impera, e novamente a profecia de Marx se revela, ora, aonde chegamos meus caros, ao caos institucional? A maquiagem se propaga e revela o antagonismo anacrônico. Nós, proletariados em massa, sustentamos e não temos identidade, contraditório e intrigante, que se propaga ao alcance de nossos sentidos, pois, se revela...

quinta-feira, 19 de março de 2009

Preâmbulo

O Preâmbulo da Constituição Federal de 1988, é de fato marcante, determinante e digno de uma Pátria que clama os valores ali exaltados, um momento único, histórico.
O Brasil ao longo de sua jovem jornada, passou por vários acontecimentos e marcos históricos, que dão forma e tom as aspirações contemporâneas, fatos importantes aconteceram em vários momentos, mas um, marcou como uma flecha fincada no peito, o ápice de todos eles, a constituinte de 1988, e por aí já podemos concluir quão novo é o ar democrático que aspiramos...
A democrácia se revela e nos revela a essência do Direito, de maneira direta e objetiva, e não poderia ser diferente, em singelas palavras do preâmbulo dessa constituinte, nos é revelado seus valores.
Reflexo, aspiração, desejo, compromisso entre outros atributos, está preâmbular revela ainda que, o "Direito Laico" comumente referido, traz consigo algo mais, intangível mas intrínseco a nós, valores sociais que são reflexo da nossa essência, por questão de justiça, o que é justo. Ora, essa constituinte é nossa, nos pertence e nos reflete. Que não haja barreiras territoriais para que esses valores se revelem, e que tudo que temos como valor e respeitamos prevaleça, para que a nossa fé seja plena. E assim, foi promulgada...

terça-feira, 10 de março de 2009

Prefácio

É de causar espanto a atrocidade vista.
A violência avassaladora, movida por razões que não se justificam em ordem alguma. É caros colegas, hoje estamos aqui, fomentando nosso sonho, e ela, Priscila estava ali, bem ao alcance dos nossos olhos.
Não há como deixar o fim da vida, de uma forma tão chocante sem se comover, sem refletir, sem pensar. Estamos "acostumados" a se deparar com fatos como esse, com naturalidade... alias, cada vez mais. Preferimos alimentar a indiferença, essa não nos força a melhorarmos, não. Fomentamos o ódio, a inveja, o repúdio e assim, dormimos e acordamos julgando-nos pessoas melhores.
Que a nossa Amiga, colega de sala Priscila, indiferente à ordem religiosa de cada um, esteja certa de que nos é de grande valia, a sua coragem, sua determinação e sua esperança. E que hoje essa notícia profundamente triste, nos torne pessoas mais sensíveis, mais conscientes, pessoas melhores, que nos torne Pessoas.