terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Sincronize, vibre!

Muitos anos se passaram, e ao longo desses pude constatar através de meus sentidos, que não ter certeza das coisas que nos cercam, pode ser a grande chance de sermos felizes de fato.
Um fato deve ser observado com cuidado, de acordo com a nossa experiência, dificilmente damos o devido valor as coisas que adquirimos com certa facilidade, e que temos plena convicção de que nos pertence. Poucas vezes também nos agrada a idéia de simplesmente ter, pois o que impulsiona a ação humana é a possibilidade da conquista!
Se somos assim, e temos essa consciência paradoxal, não podemos esperar que as coisas aconteçam per-si-só, devemos conduzí-las de encontro aos nossos interesses.
A realidade é a concretização de parte de nossos sonhos e desejos. Com consciência ou não, emitimos ondas proporcionais as nossas vontades para que elas se realizem em plenitude ao Universo que nos rege. Ora, então devemos vibrar com força e intensidade para que não haja interrupções na sintonia e na sincronização das informações, simplesmente por que somos os maiores interessados para que elas se realizem.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

A Felicidade está de volta!

Para onde ela foi que a perdemos de vista?
Ela quase sempre se perde nas entre-linhas entre a verdade e a mentira, na perda do foco e nas ilusões que a vida nos oferece.
Somos capazes de trocar a felicidade pelas mais diversas coisas, de repente por um carro, uma moto, um relógio, dinheiro... principalmente por ele, se esses fatores não o impede de ser feliz, certamente atrapalham! Dizem que o dinheiro não compra a felicidade, mas manda buscar! Um conceito totalmente equivocado, que dia a menos dia, uns com mais rapidez outros de maneira mais lenta, irão descobrir o que realmente o faz feliz. Por se tratar de uma questão peculiar e sensorial, o estudo fica um pouco comprometido e interessante. Ninguém afirmou que as pessoas são felizes por uma mesma razão, não! Não se deve pensar assim! Se deve pensar no que realmente o faz feliz, os itens citados acima podem trazer alguma sensação de felicidade, mas não "ela" propriamente dita, por que se assim fosse, existiria o bazar da felicidade, com os mais diversos preços. À quem queira dar preço a felicidade, nem a Mastercard conseguiu tal façanha!
Todos nós em algum momento da vida, atrelamos a felicidade à uma coisa muito simples, sem valor material ou monetário, quase sempre sem valor. Nesse instante começamos a compreender o verdadeiro sentido da felicidade. Ela está em um sorriso verdadeiro, no carinho que damos e recebemos das pessoas, nas pessoas, pessoas que nos cercam até mesmo naquelas que sequer sabemos o nome. A felicidade está intrisicamente no sujeito, todo ser pode ser feliz, e pela lei natural do universo deve buscar a sua felicidade, não existe um ingrediente, existe maneiras adequadas, que são aquelas não afetam à felicidade alheia.